Trabajo en la Posmodernidad
"O erro intolerável do capitalismo puro foi de considerar o trabalho exatamente como um dos muitos elementos que fazem parte do custo do produto acabado: o capitalista "compra trabalho" no mercado de trabalho, da mesma forma que compra matéria-prima e máquinas.
Na verdade, o trabalho humano é superior aos outros elementos da vida econômica, pois esses (por exemplo, as máquinas) são de ordem puramente instrumental, enquanto o trabalho humano decorre imediatamente da pessoa. Com seu trabalho, o homem sustenta a própria vida e a dos seus, associa-se a deus semelhantes e os ajuda, pode exercer a caridade fraterna e colaborar no aperfeiçoamento da criação divina.
A sociedade deve procurar que todos trabalhem com uma remuneração que permita ao homem manter a sua vida e a de sua família, considerando-se a tarefa e a produção de cada um, assim como as condições da empresa e do bem comum.
Todo o conjunto do processo de produção deve adaptar-se às necessidades da pessoa. Por isso, é preciso levar em conta o sexo, a idade, a situação da mãe trabalhadora, a possibilidade de desenvolver as próprias qualidades no exercício do trabalho, a suficiente tranquilidade e repouso para cuidar da vida familiar, cultural, social e religiosa.
Quanto a participação global dos trabalhadores na empresa econômica, assim expressou-se a Gaudiem et Spes:
Nas empresas econômicas associam-se pessoas, isto é, homens livres e responsáveis, criados a imagem de Deus. Por isso, consideradas as tarefas de cada um, proprietários ou empregados, dirigentes ou operários, e resguardada a necessária unidade de direção do empreendimento, promova-se de maneira a ser devidamente determinada a participação ativa de todos na gestão de empresas.
Entre os direitos fundamentais da pessoa humana, e hoje reconhecido o direito dos trabalhadores de associarem-se livremente e de criarem órgãos que os representem de maneira eficiente (sindicatos).
Surgindo conflitos de ordem socioeconômica, a solução ideal é encontrar uma "saída" por meio de um diálogo sincero entre as partes. A greve, contudo, pode permanecer como recurso necessário, ainda que seja o último. Mesmo assim, percebe-se o "limite" do instrumento da greve, quando atinge os serviços essenciais (hospitais, transporte urbano, etc.) Há situações em que é difícil encontrar uma solução adequada, pois entram em jogo os direitos de terceiros. Tal vez, a maneira
Comentarios
Publicar un comentario