La Reforma



Reforma




La Reforma no terminó, como muchos lo creen, al concluir la vida de Lutero. Tiene aún que seguir hasta el fin del mundo. Lutero tuvo una gran obra que hacer: la de dar a conocer a otros la luz que Dios hiciera brillar en su corazón; pero él no recibió toda la luz que iba a ser dada al mundo. Desde aquel tiempo hasta hoy y sin interrupción, nuevas luces han brillado sobre las Escrituras y nuevas verdades han sido dadas a conocer. CS, 138.




Os reformadores estavam surpresos e perplexos. Com semelhante elemento não haviam ainda deparado, e não sabiam o que fazer. Disse Melâncton: “Há efetivamente espírito extraordinário nestes homens; mas que espírito? ... De um lado acautelemo-nos de entristecer o Espírito de Deus, e de outro, de sermos desgarrados pelo espírito de Satanás.” — D’Aubigné.




Fanatismo e da anarquia. Esta terrível condição não resultara dos ensinos de Lutero; mas por toda a Alemanha seus inimigos o estavam acusando disso. Em amargura d’alma ele algumas vezes perguntou: “Poderá, então, ser esse o m desta grande obra da Reforma?” — D’Aubigné. De novo, lutando com Deus em oração, encheu-se-lhe de paz a alma. “A obra não é minha, mas Tua”, disse ele; “não permitirás que ela se corrompa pela superstição ou fanatismo.” CS, 188.




Não há espada que possa favorecer esta causa. Deus somente deve fazer tudo sem o auxílio ou cooperação do homem. Aquele que tem a maior fé, é o que é mais capaz de proteger.” — D’Aubigné. CS, 189.




Fanatismo

A agonia d’alma que, havia tanto tempo antes, Lutero experimentara em Erfurt, oprimia-o agora com redobrada força, vendo ele os resultados do fanatismo imputados à Reforma. Os príncipes romanistas declaravam — e muitos estavam prontos a dar crédito à declaração — que a rebelião era o fruto legítimo das doutrinas de Lutero. CS, 191.




Que a causa da verdade fosse assim infelicitada, sendo emparelhada com o mais ignóbil fanatismo, parecia mais do que ele poderia suportar. CS, 191.




Os romanistas exultavam, esperando testemunhar a rápida queda da Reforma; e culpavam a Lutero até dos erros que ele tão zelosamente se esforçara por corrigir. CS, 191.




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