Diálogo
Articular
Condescendência
O risco de evangelizar sem se importar com outro
O argumento em favor do diálogo
"Em primeiro lugar, o diálogo verdadeiro é uma marca de autenticidade. Deixe-me citar um argumento de Uppsala:
O diálogo de um cristão com outra pessoa não significa negação da supremacia de Cristo, nem qualquer perda do seu próprio compromisso com Cristo; significa que uma abordagem genuinamente cristã deve ser humana, pessoal, relevante e humilde. No diálogo, compartilhamos nossa humanidade comum, sua dignidade e decadência, e expressamos nosso interesse comum por essa humanidade." (Relatorio 2 Parágrafo 6; Ciatdo em A Missão cristã no mundo moderno, Stott, 87)
"Em segundo lugar, o verdadeiro diálogo é uma marca de humildade. Não quero dizer que a proclamaçao sempre é arrogante, pois a verdadeira proclamação é um anúncio de Jesus Cristo como Salvador e Senhor, e de forma alguma uma apresentação de nós mesmos. O que quero dizer é que, ao ouvirmos o outro, nosso respeito por ele como ser humano criado a imagem de Deus, cresce. À distância entre nós diminui quando nos lembramos que, se ele é decaído e pecador, nós também somos. Além disso, chegamos à conclusão de que não podemos eliminar todas as suas estimadas convicções dispensando-as de forma impetuosa é insensível." (Stott, A missão cristã no mundo moderno, 88)
"Em terceiro lugar, o diálogo verdadeiro é uma marca de integridade. Na conversa ouvimos as verdadeiras crenças e problemas de nosso amigo e desnudamos nossa mente das falsas imagens que tal vez acolhemos. E nós mesmos estamos determinados a ser verdadeiros." (Stott, A missão cristã no mundo moderno, 88)
"É bom fazer a distinção entre diálogo e "discussão amigável"
"Em quarto lugar, o verdadeiro diálogo é uma marca de sensibilidade. O evangelismo cristão cai em descrédito quando se degenera em estereótipos. É impossível evangelizar usando fórmulas fixas. Forçar uma conversa predeterminando o seu curso com o objetivo de alcançar um alvo já estabelecido é mostrar uma grave falta de sensibilidade às verdadeiras necessidades de nosso amigo e à direção do Espírito Santo. Tal insensibilidade é uma deficiência na fé e no amor. Contudo, citando Canon Max Warren, o diálogo "é, em sua própria essência, a tentativa de um 'ouvir' mútuo, ouvir para entender. O entendimento é sua recompensa." (Stott, 89)
Provérbios 18:13 "Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha."
"O diálogo é um sinal de genuíno amor cristão, pois indica nossa decisão de libertar nossa mente dos preconceitos e caricaturas que alimentamos a respeito de outras pessoas; de nos esforçar por ouvir com seus ouvidos e olhar com seus olhos de tal forma que entendamos o que as impede de ouvir o evangelho é enxergar Cristo e de simpatizar com elas em todas as suas dúvidas, temores é 'dilemas'. Ninguém expressou melhor isso do que o Lord Ramsey de Canterbury em sua pequena crítica de Teologia secular chamada Images Old and New. Ele insiste em nossa tarefa de 'ir e nos colocar, com simpatia amorosa, dentro das dúvidas do duvidoso, das indagações do questionador e da solidão daquele que perdeu o caminho.' Tal simpatia envolverá o ato de ouvir, e ouvir significa diálogo. Mais uma vez nos deparamos com o desafio da encarnação de renunciar ao evangelismo feito com frases de efeito, e, em vez disso, nos envolver com sensibilidade nos dilemas reais dos homens." (John Stott, A Missão Cristã no mundo moderno, 98)
Un diálogo empático puede ayudar al paciente a expresar y entender sus emociones, contribuyendo a estimular nuevas y diferentes narraciones con significados más esperanzados y saludables. Mario Pereyra. Terapia de la Esperanza, 2011, p. 110.
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